L’Âge Mûr de Camille Claudel no Musée d’Orsay.
Maurício Azenha enviou esta foto para ilustrar a discussão dos comentários do artigo “Filmes onde pode se ver a cidade de Paris”.
Descontos e presentes aos leitores do Conexão Paris
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L’Âge Mûr de Camille Claudel no Musée d’Orsay.
Maurício Azenha enviou esta foto para ilustrar a discussão dos comentários do artigo “Filmes onde pode se ver a cidade de Paris”.
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30 Comentários
Sueli OVB
SINARA
Encontrei várias resenhas, mas não onde comprar o livro Escolha da Paixão…, indicado ontem por você.
Pode nos dar o endereço?
Obrigada e um beijinho
eidia
Camile-Rodin, dupla dura na queda em matéria de talendo e doideira.
eidia
Eymard
Estas esculturas parecem falar…fico sempre muito impressionado com as expressoes e os detalhes. Sao atemporais…tempo…tempo….tempo…tempo!!!
Luiza
Eu adorei o filme da Camille Claudel ( a estória dela é lindissima), é um filme antigo, mas maravilhoso. Foi boa a idéia do Maurício
Claudia Pimenta
oi lina! impossível não se emocionar frente às obras da camille! adoro esta escultura e ainda lembro da primeira vez que a contemplei… mas, a minha preferida é la vague e sempre que vou ao museu rodin fico um tempo a admirá-la… linda! bjs, querida!
Vanessa Fernandes
Para quem quer conhecer mais um pouco sobre as obras de Camille, sugiro este link:
http://www.camilleclaudel.asso.fr/pageweb/sculptures.html
Bjs
jorge fortunato
Camille penou na mão do Rodin. Que paixão avassaladora que acbou com uma mulher talentosa. Sofreu muito a artista e não merecia o fim que teve, mas tb com aquele irmão… nem precisava de inimigos.
SINARA
O nome dessa escultura ” a idade madura”, exprime a diferença de idade entre Camille e Rodin, mostra a dor de Camille… suponho que esse ser que puxa Rodin é o tempo, o tempo que os separa… o tempo que não permitiu que pudessem viver juntos, pois quando Camille conheceu Rodin ela era muito jovem e ele, mais velho, já era casado com Rose, a quem ele tinha profunda admiração e carinho, apesar das constantes infidelidades… A própria Camille o pegou diversas vezes tendo caso com suas modelos… mas ela o perdoava e dizia compreender as “necessidades” dele…
Na verdade Camille era muito carente, esse amor incondicional era pura projeção… ela não se dava bem com a mãe, idolatrava o pai…
Sueli OVB
Tanto falamos ontem de Camille, que ficou no ar uma necessidade de resgate e reconhecimento.
Camille Claudel, a mulher que amou até à loucura… sem limites…
Camille que esculpia para o mestre pés e mãos…
pés que sustentam e podem levar aos céus, ou ao inferno…
mãos que acolhem, protegem e acariciam, ou simplesmente abandonam…
“Camille foi convidada por Rodin para trabalhar com ele em 1885. Ela era a única mulher no time de escultores contratados para auxiliar o mestre a esculpir uma de suas obras mais monumentais, “Os Burgueses de Calais”. O conjunto começou a ser esculpido em 1884 e demorou cerca de dois anos. “Com o tempo, Camille ganhou a confiança da equipe e Rodin passou a consultá-la para quase tudo”, afirma a historiadora francesa Monique Laurent. Era Camille a incumbida de esculpir pés e, principalmente, mãos. “E era por meio das mãos que Rodin definia a emoção dos personagens”.
Marilia Pierre
Fiquei muito emocionada quando vi essa obra.
Imaginar a moça em súplica como Camille faz você sentir a angústia no coração da artista.
As mãos quase se tocam, é muito forte.