Alguns leitores do Conexão Paris fizeram o salto do virtual para o real e se encontram no Rio. Da esquerda para a direita: Lúcia, Hugo, Waldemar, Maria das Graças, Álvaro, Madá, Marcello, Sueli OVB, Jorge e Priscila.
Como estou do outro lado do Atlântico, perdi esta oportunidade.
(Enquanto escrevia o post, uma associação de idéias me trouxe a lembrança de um amigo francês que descreve a cidade ideal da seguinte forma: a orla marítima de Ipanema e Leblon anexada ao centro de Paris)
Descontos e presentes aos leitores do Conexão Paris
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135 Comentários
jose mauricio
A influência francesa no Brasil é grande, mas não sei se estaríamos em melhor situação do que outras ex-colônias gaulesas. O Brasil conseguiu um feito notável, em relação aos seus vizinhos, mantendo-se unido território e na língua portuguesa, enquanto a América espanhola fragmentou-se em vários países.
Só para lembrar, somos um país unificado desde 1822, antes de muitos países europeus, como Alemanha e Itália, por exemplo.
Kika Mello
Montenegro
A versada aqui é a Sueli S e não eu. Quem me dera!
Sueli S
Adorei todas as novas informações e também só posso elogiar sua generosidade e amabilidade. A pilha de livros está i – men – sa!
Você não é a primeira a me indicar o Pedro Nava, de quem já comprei algumas coisas mas ainda não li. Quero começar tudo hoje! Vou entrar num colapso ( rs) !.
Sueli OVB e Montenegro
também estou adorando essa conversa com a Sueli e não é preciso dizer que o futuro encontro já está se desenrolando com vocês junto!
Aurea Costa
Dai NY, “New Amsteram”
Aurea Costa
Montenegro,
Já li que NY foi “fundada” por judeus e entre eles, uns que sairam de Pernambuco depois da “expulsão” dos holandeses. Segundo uma amiga minha casada com um holandês eles negociaram a saida do Brasil. Quem sabe a moeda foi o Suriname!
SONIA S
MONTENEGRO,
Realmente é gostoso esse desdobrar das conversas.
Quando eu falei da política de terra arrasada feita pelos colonizadores, não me referi só à França, pois todos eles fizeram essa política.
Alguns, aqui, podem falar que na Austrália foi diferente. A Austrália é um país próspero, mas quando as seis colônias se tornaram independentes, ela ficou fazendo parte da Commonwealth. Mesmo assim, os colonizadores já haviam dizimado os aborígines.
Como um assunto, puxa outro lembrei-me que temos uma extensa fronteira com a França Ultramarinha – com a Guiana Francesa; que por ser território francês, independente desde 1946 – teve, no século XX, um impulso no seu crescimento. A Guiana Francesa tem acento na Assembleia e no Senado da França, e a moeda é o euro.
Claro, que agora, interessa à Fança, que um território seu, de tamanho expressivo, fincado aqui na América do Sul se desenvolva e muito bem, o que jamais ocorreu em relação às colônias.
Das colônias, todos eles, independentemente do povo colonizador, tinham que tirar do colonizado tudo que pudesse ser tirado, enfim…o PIB.
Sobre a venda de Nova York, falamos depois, como disse à Sueli OVB, me entusiasmo, falo e canso vocês.
Um abraço,
SONIA S
SUELI OVB,
Ah, Sueli, um papo gostoso. Tenho que me policiar para não falar demais.
Um beijo, querida,
Montenegro
As conversas vão se ramificando, se desdobrando, e a gente vai aprendendo cada vez mais…
Kika e Sonia, continuem…
A abordagem da kika sobre o colonialismo francês me pôs a refletir sobre os holandeses que foram expulsos do Nordeste. Ainda bem, porque o colonialismo deles também foi de terra arrasada, vide Indonésia e Suriname.
Suriname, aliás, que eles trocaram por Nova Iorque, kuakuakua
Bon dimanche!
jose mauricio
É um prazer encontrar tão seleta companhia nesse blog!!! Conexão Paris também é cultura!!! Vive la France!!!
Sueli OVB
SONIA S E KIKA,
Estou adorando esse papo das duas! Antenadíssimas! E muito generosas.
Beijos
Marcello Brito
Ola Roberta,
Sou arquiteto